sábado, setembro 24, 2016

Espaço Mundo Bita desembarca no Via Parque Shopping

O Mês das Crianças será celebrado com a presença do grande sucesso infantil



O Via Parque recebe de 25 de setembro a 16 de outubro uma nova atração infantil gratuita – O Espaço Mundo Bita – que terá sua grande estreia com um super show com as personagens do novo sucesso entre a criançada.

Na Galáxia da Alegria, entre o Planeta Música e o Planeta Circo, está o maravilhoso Mundo Bita. Habitado por seres verdes super engraçados chamados Plots, o lugar é mais conhecido por ser a casa do Bita, um amigão de bigode laranja e cartola.

A chegada de Bita e seus amigos será marcada por um grande show com suas canções autorais,







aberto ao público no dia 25 de setembro, às 17 horas na praça de eventos do mall. Na sequência, dia 26 de setembro, os mini clientes poderão curtir uma série de atrações no Espaço Mundo Bita, montado no mesmo local.



As atividades são indicadas para crianças com idade entre 3 e 10 anos. No espaço, elas poderão encontrar o Bita, que marcará presença nos dias 01, 02, 08, 09 e 12 de outubro, de 14 às 20h, pular na cama elástica, rodopiar no balão giratório e se aventurar no corredor de elásticos, além de mesa de oficinas e cenografia com o avião e Bita 3D para fotos.
“O evento é parte de uma estratégia para apresentar sempre com exclusividade para nossos clientes grandes novidades. Isso reforça nosso desejo de garantir  experiências únicas em compras, serviços e entretenimento para crianças e suas famílias”, conta Eliza Santos, gerente de Marketing do Via Parque.

Espaço Mundo Bita no Via Parque Shopping
Avenida Ayrton Senna, 3000 – Barra da Tijuca – 1º piso
Praça de Eventos
25 de setembro a 16 de outubro
Horário de Funcionamento:
Seg a sex. 14h as 20h/Sáb, Dom e Feriados das 13 às 21h.
Classificação Etária: 3 a 10 anos (menores podem participar acompanhadas dos pais)
Encontros com Bita – 01, 02, 08, 09 e 12 de outubro, das 14 às 20h
Show com a Turma Mundo Bita – 25/09 a partir das 17h
Evento gratuito

sexta-feira, setembro 23, 2016

COLUNA ESPAÇO MOTOR

João Mendes

      FORD FUSION 2017 É A REFERÊNCIA

Desde seu lançamento em 2006 o Ford Fusion tem liderado as vendas no segmento dos sedans grandes. Na época não eram tantos concorrentes que nem hoje mas o Fusion, com suas inovações tecnológicas e bom preço, continuou se mantendo na ponta.


O carro, que é fabricado em 5 países e vendido em mais de 160, no modelo 2017  tem sistema de detecção de pedestres, primeiro no segmento com ele, cintos de segurança traseiros infláveis, alerta de colisão com frenagem, assistente de estacionamento, monitoramento de ponto cego, 8 air bags e ainda ficou 12 mm mais alto para evitar de arrastar nos famigerados quebra-molas. Além disso tem novos faróis com lâmpadas halógenas nas versões SE e SEL e lâmpadas Full LED na versão Titanium. Na traseira uma barra cromada une as novas lanternas. São duas as motorizações, 2.5 L, 4 cilindros, Duratec Flex que desenvolve 166,8 cavalos usando gasolina e 175,3 cavalos usando etanol, e 2.0 L, 4 cilindros, turbo Ecoboost com 248 cavalos e sistema Auto Start Stop para economizar combustível. Nas duas motorizações câmbio de 6 velocidades com as trocas não mais sendo feitas através de uma alavanca mais sim girando um botão no console central. O piloto automático adaptativo agora tem Stop & Go ou seja, numa condução em trânsito intenso o carro segue o da frente e também para quando ele parar e se a parada for menor que 3 segundos ele começa andar novamente e vai seguindo o carro da frente. Tem também o desligamento automático do farol alto quando aparece um carro em sentido contrário, freio de estacionamento elétrico, chave com sensor de presença que pode dar partida remota e muito mais. O Fusion 2017 passa a ter o sistema Sync 3 lançado recentemente no Brasil no Ford Focus 2017. É o sistema de comunicação e entretenimento que passou a ter um processamento dez vezes mais rápido, com ícones maiores, comando de voz aprimorado, tela capacitiva de 8” e conta com menus simplificados para as funções de telefone, navegação, áudio, ar-condicionado e aplicativos oferecendo compatibilidade com smartphones que tem os sistemas Apple CarPlay e Android Auto. O Ford Fusion 2017 custa, na versão de entrada SE 2.5, R$121.500, depois vem as versões com motor 2.0 turbo, SEL R$125.500, Titanium FWD ( tração dianteira) R$138.000 e Titanium com tração integral AWD e teto solar R$154.500. O único opcional para as versões SEL e Titanium AWD é o teto solar que custa R$4.000. A Ford dá 3 anos de garantia mas existem planos que somam até dois anos de garantia estendida. Com esses preços o Fusion tem mais equipamentos que os sedans de luxo que estão no mercado com preço mais atraente e fica próximo dos sedans chamados premium, BMW série 3, Mercedes-Benz Classe C e Audi A4, mas com preço, valor de seguro e manutenção bem mais em conta. Com o que a Ford apresentou nesta versão 2017 o Fusion vai manter a liderança do segmento e o carro estará disponível nas concessionárias no dia 01 de outubro para venda e teste drive.


           NISSAN MARCH 1.6 COM CÂMBIO AUTOMÁTICO CVT

O Nissan March foi o primeiro compacto japonês lançado no Brasil e leva a mesma fama de outros carros nipônicos que não dão oficina. Produzido na fábrica de Resende – RJ ele ganhou uma versão 1.6 com câmbio automático CVT que é uma delícia para andar numa cidade como o Rio de Janeiro onde testei o carro. Esse motor tem 111 cavalos de potência usando o etanol ou gasolina, torque de 15,1 Kgfm, e boas respostas no trânsito ou até nas retomadas em vias mais rápidas.

O câmbio CVT é muito suave e fica mais confortável o dia a dia com ele tendo em conta os grandes engarrafamentos nas grandes cidades. Nas curvas o carro é firme e contorna bem e andando em pisos mais irregulares a suspensão absorveu bem. Segundo o Programa Brasileiro de Etiquetagem o consumo de combustível combinado urbano/estrada é de 13,3 km/l de gasolina.


A versão testada foi a  SL,  que é a top, com sistema de entretenimento Nissan Multi-App com rádio AM/FM, CD e DVD Player, MP3 com display 6,2" colorido, função RDS, entrada auxiliar para MP3 Player, conector USB, 4 alto-falantes, conexão à internet através de WI-FI pela Plataforma Android e download de aplicativos. O carro ainda tem sistema de navegação integrado no painel, comandos de áudio e telefone no volante, rodas de liga leve e direção elétrica progressiva. O preço desta versão top com câmbio CVT é de R$58.990.


MAIS UNO 2017

O Fiat Uno 2017 tem disponível duas motorizações, de uma nova família designada Firefly, uma 1.0 L de 3 cilindros que desenvolve até 77 cavalos e a outra 1.3 L ,4 cilindros, que desenvolve até 109 cavalos. Nestes dois motores não existe mais aquela correia dentada que precisava de trocas periódicas e que se quebrasse detonava o motor. Agora existe uma corrente interna que funciona banhada em óleo e não precisa de manutenção.

LEGADO DA RIO 2016

O maior legado da Olimpíada e da Paralímpiada Rio 2016 esta na área da mobilidade. A via rápida TransOlímpica, as extensões do BRT, a linha 4 do Metro, as novas pistas da auto estrada Lagoa Barra e o recapeamento de muitas ruas e avenidas melhoraram em muito o trânsito na cidade além de encurtarem distâncias.

Exposição de Raimundo Cela traz para o Rio de Janeiro a memória de um dos mais importantes artistas cearenses.

Individual traz obras inéditas do antigo professor da Escola Nacional de Belas Artes, restauradas especialmente para a exposição


Vencendo o escarcéu 1942 + ôleo sobre madeira 86 x 110 cm Coleção Particular - Fortaleza, CE

O Museu Nacional de Belas Artes inaugura no dia 27 de setembro, às 18h, a exposição Raimundo Cela, um mestre brasileiro, sob a curadoria de Denise Mattar. A mostra, com caráter retrospectivo, reúne 70 obras desde o periodo acaemico até seus últimos trabalhos na década de 1950, com destaque para imagens do Rio de Janeiro. No primeiro semestre a exposição foi apresentada no Museu de Arte Brasileira da FAAP em São Paulo. No Rio de Janeiro ficará em cartaz até 20 de novembro, com patrocínio da água mineral MINALBA.

Raimundo Cela (1890 |1954) é considerado um pré-modernista pois estudou na ENBA na década de 1910. Em 1917 recebeu o prêmio de viagem ao exterior do Salão Nacional de Belas Artes pela obra Último Diálogo de Sócrates. Por causa da guerra, embarcou somente em 1920 e permaneceu na França por dois anos. Segundo Denise Mattar, o artista é um dos criadores da visualidade cearense:


“Cela descartou a representação do nordestino como o sertanejo miserável e faminto, para mostrar o trabalhador forte e decidido do litoral. Pintou pescadores, jangadeiros e barcos, a intensa luz das praias cearenses e as nuvens rosadas do céu equatorial. Suas composições, minuciosamente construídas, são plenas de ritmo e emoção. Elas reúnem a precisão do engenheiro à sensibilidade do artista, o épico ao cotidiano, a precisão do desenho à energia da cor. A exposição Raimundo Cela - Um Mestre Brasileiro, tem como objetivo apresentar ao público carioca e paulista toda a sua trajetória. A retrospectiva parte de momentos-chave, como o prêmio da Escola Nacional de Belas Artes, a viagem à Europa, o retorno a Camocim, a mudança para Fortaleza e a volta ao Rio de Janeiro. Desenhos, gravuras, aquarelas e pinturas permitem compreender o processo criativo do artista”, explica a curadora.

A exposição reúne obras do Museu de Arte da Universidade Federal do Ceará, do Instituto Dragão do Mar, do Palácio da Abolição, do Palácio Iracema, em Fortaleza, e do próprio Museu Nacional de Belas Artes no Rio de Janeiro, além de 15 coleções particulares de Fortaleza, Rio e São Paulo. Em contribuição à preservação da memória do artista e de sua obra, o projeto realizou o restauro de quatro obras que serão exibidas ao público pela primeira vez: Rendeira (1931, óleo sobre madeira, 32 x 40,5 cm); Cabeça de vaqueiro (1931, óleo sobre madeira, 38 x 46 cm) e Cabeça de Jangadeiro (1933, óleo sobre madeira, 38 x 46 cm) e  Catequese (Óleo sobre tela 190 x 200 cm).




Consertando a rede, Canto do Rio, Niterói, RJ, 1947 +ôleo sobre tela 59,9 x 81,1 cm Museu Nacional de Belas Artes - Rio de Janeiro - RJ



A mostra abre com desenhos e óleos de seus primeiros trabalhos, marcados pela influência do academicismo, ou seja, obras determinadas pelo perfeito domínio da técnica clássica, na composição de telas figurativas, evocações à Antiguidade Clássica e à paisagem brasileira. Nesse setor, destaca-se, entre outras, o Último diálogo de Sócrates (1917), obra premiada pela Escola Nacional de Belas Artes com uma viagem ao exterior.

Por causa da Primeira Guerra, a viagem acontece apenas em 1920, justamente o princípio dos anos loucos da capital francesa, onde Cela dedica-se aos estudos da gravura em metal, dando uma nova perspectiva à sua obra, não apenas na técnica, como também na temática. Ao longo dos anos em que permanece na Europa, como o público verá na exposição, seus desenhos, óleos e gravuras retratam cenas da paisagem francesa, como na tela Paisagem de Saint-Agrève (1921), e da realidade parisiense e de seus tipos, em estudos de nus e nos desenhos Ferreiro e Funileiro (1921).









Seus trabalhos despertam atenção da crítica parisiense e ele tem obras selecionadas para o Salon des Artistes Français. Nesse momento o artista sofre um AVC que o impede de pintar. Retornando ao Brasil reside em Camocim e fica sete anos sem pintar. Volta a faze-lo em 1929 e já realizando a temática que será a sua marca.

Na mostra, o público poderá ter acesso a uma visão única do Ceará. Um Ceará da gente do mar, com muita luz, vento, areia e água salgada. Certamente está em seus quadros a melhor tradução dessa paisagem nordestina, como na série Pinturas Brancas, de marinas e paisagens. Cela também foi um caçador de almas e dos tipos cearenses, com destaque para as figuras populares, como pescadores, vaqueiros, rendeiras e os jangadeiros, estes representados em uma série de obras criadas entre 1940 e 1946 que, na mostra, estarão dispostas de modo narrativo, mostrando a sequência de ações que levam a jangada ao mar.











Raimundo Cela, um mestre Brasileiro
Curadoria: Denise Mattar
Vernissage: 27 de setembro de 2016 às 18h
Visitação: 28 de setembro a 20 de novembro de 2016

Horário de funcionamento:
Terça a sexta: 10h às 18h; 
Sábados, domingos e feriado:  de 13h às 18h.
Ingressos:   R$ 8,00 inteira, R$ 4,00 meia e ingresso família(para até 4 membros de uma mesma família) a R$ 8,00. 
Grátis aos domingos.

Museu Nacional de Belas Artes – MNBA
Avenida Rio Branco, 199 – Cinelândia  Rio de Janeiro
Tel:  (21) 3299-0600.
                                


Sobre o artista

Raimundo Cela nasceu em 1890, em Sobral, no interior do Ceará, mas cresceu em uma cidade litorânea próxima: Camocim. O artista foi criado em um meio familiar culto. Cela foi para o Rio de Janeiro em 1910 estudar engenharia, desejo de seu pai, e pintura, por ambição própria. Formou-se sob orientação dos maiores mestres do começo do século, tendo contato especial com Eliseu Visconti.

A pintura de Cela inicia-se totalmente acadêmica, tendo ele recebido, em 1917, o prêmio de viagem ao exterior do Salão Nacional de Belas Artes, pela obra clássica “Último Diálogo de Sócrates”.

Por causa da Guerra só viajou em 1920. Permaneceu na França por dois anos, quando dedicou-se ao aprendizado da gravura em metal com Frane Brangwyn, pintor, gravador e litógrafo inglês. Seu trabalho nessa técnica é de excepcional qualidade. Suas gravuras, segundo Adir Botelho, não são apenas registros gráficos, históricos, são obras universais no sentido e na expressão. Foi o pioneiro do ensino da gravura em metal na Escola Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, lecionando durante nove anos.

De volta ao Brasil, foi viver em Camocim, onde trabalhou durante dez anos como engenheiro de uma pequena usina elétrica. Em 1938, a pintura de um painel para o governo do Estado representando a libertação dos escravos do Ceará o trouxe de volta à vida artística. Pouco depois, em 1940, estabeleceu-se em Fortaleza. O artista francês Jean Pierre Chabloz o conheceu nessa fase e encantou-se com sua obra.

Raimundo Cela, sendo um moderno, nunca foi um modernista. Ele apareceu justamente naquele momento de nossa história cultural em que as artes iam ser atingidas pelo radicalismo de 1922. Criou-se, então, o mito, que hoje vem sendo revisto pelos estudos sobre o pré-modernismo, de que aconteceu um hiato entre os mestres do século XIX e a Semana de Arte Moderna. Neste período nada teria sido produzido de interessante e criativo. Os que surgiram naquela fase foram mantidos numa espécie de limbo cultural. Mas o valor da arte de Raimundo Cela deve-se ao fato de ter sido concebida à margem das escolas, de não ter sido contaminada pelos modismos passageiros.

Nas palavras de Cláudio Valério Teixeira (artista plástico, restaurador e crítico de arte): “Na obra de Cela nada é inocência, tudo é fruto de planejamento, economia e técnica. Mas tudo é também movimento, força, agilidade e graça. Sua arte não procura simplesmente imitar as coisas representadas, é de uma beleza solene, meio melancólica, mas luminosa”.

O pintor retornou ao Rio de Janeiro em 1945. Tornou-se professor de gravura em metal da Escola Nacional de Belas Artes, cargo que ocuparia até a sua morte, em 1954. Nesta última fase da carreira, Cela foi duas vezes premiado com a medalha de ouro do Salão Nacional de Belas Artes.

Desfile de “upcycling” da Malha encerra o Rio Design Experience neste domingo

Durante duas semanas, diversas ações relacionadas a moda, arte e comportamento movimentaram os shoppings Rio Design Barra e Leblon


O Rio Design Experience, realizado pelos shoppings Rio Design Barra e Leblon, encerra neste domingo, dia 25 de setembro, com um desfile inovador promovido pelo coletivo Malha, que inaugurou recentemente sua primeira pop up store no Rio Design Barra. As peças a serem desfiladas passaram por uma intervenção dos artistas e designers da Malha, que apresentarão peças doadas por lojas e consumidores totalmente reformuladas, seguindo o conceito de upcycling.

O desfile vai levar o espectador por uma viagem desde o momento de excesso e consumismo que vivemos, passando pela ressignificação das peças e entrando em uma nova era da moda.
A ideia do desfile segue o conceito da Malha, um movimento pela moda sustentável, colaborativa e independente.

Em uma oficina facilitada por Gabriela Mazepa, estilista e criadora do projeto de upcycling Re-roupa, os residentes do coletivo foram desafiados a criar de forma colaborativa os looks do desfile, utilizando apenas peças usadas e descartadas. Os materiais foram coletados em uma ação no galpão em São Cristóvão e incluem itens doados por lojistas e pelos próprios residentes. As peças finais foram produzidas por um grupo de costureiras locais na co-fábrica da Malha, em um ciclo produtivo que preza pela sustentabilidade e comércio justo. No desfile estarão modelos da produtora Jacaré é Moda, com um casting de modelos moradores das comunidades e da Zona Norte do Rio. O styling é da estilista e consultora Mimi Coelho.

Após o desfile, as peças originais estarão à venda e a renda arrecadada será revertida para a realização de projetos similares em locais de vulnerabilidade na região de São Cristóvão.

Desfile encerramento Rio Design Experience
15 de setembro às 19h
Rio Design Barra – Avenida das Américas 7777, Barra da Tijuca

Mulher Linda, Feliz e Poderosa

Márcia Schweizer




Mineira de Baependi no Sul de Minas Gerais, Priscila Uba, de 26 anos de idade é a “Mulher Linda, Feliz e Poderosa” desta semana e já nasceu respirando moda, uma vez que sua família sempre foi atuante nesta área. Aos seis aninhos, nossa musa começou a pintar e a desenhar e considera essa aptidão a primeira válvula de expressão artística de sua vida.

 Ainda bem nova Priscila participou de exposições da região, apresentando suas criações que logo fizeram sucesso.
                                                                                                                                            Foto: Pacca






Encantou-se também com a dança e aprendeu ballet, jazz e can can, o que influenciou bastante sua vida profissional e a atual como atriz. Aos quinze anos mudou-se com a família para São Lourenço/MG, cidade esta que ama e admira e para onde foge a fim de recarregar suas energias e rever a família. 



Aos dezesseis anos foi estudar em Juiz de Fora/MG e envolveu-se de corpo e alma com um grupo de teatro muito conhecido na região, o que marcou sua vida e onde descobriu que sua alma estava envolvida em criatividade e sua vocação artística aflorava com todo o vigor imaginativo. Então procurou especializar-se e para tal mudou-se para São Paulo onde cursou a Faculdade de Moda e ao mesmo tempo aperfeiçoou-se como atriz. Em 2010 foi fazer intercâmbio em                                              Foto: Márcio Carvalho


Madrid (Universidad Europea de Madrid) e adquirir conhecimentos de arte em geral, envolvendo-se com cenografia e figurino, apreciando grandes e famosas peças na capital espanhola , aprendendo com os melhores grupos teatrais que nutriram seu repertório artístico em geral e que formaram as áreas que hoje compõem seu campo atuante-atuação e lhe deram um vasto conhecimento nesses distintos segmentos que se completam e a tornam uma atriz versátil, completa e muito interessante ao mercado atual.

Voltando a São Paulo os trabalhos começaram a aparecer em seus dois campos de ação e Priscila Uba viu seu nome surgir na mídia brasileira, tanto na área de criação - Estilo do Carlos Miele, quanto realizando vários seriados em canais fechados, publicidade e peças teatrais, sempre com ótimos diretores como o grande Elias Andreato. Em seguida envolvendo televisão e canais abertos no Rio de Janeiro. Começou, então, a realizar participações em novelas na Rede Globo e na Rede Record (“Os Dez Mandamentos”) e alguns seriados que estarão no ar neste ano de 2016, como “E aí comeu?” do Multishow e a Segunda Temporada “Magnífica 70”, que é um dos cinco melhores seriados mundiais da HBO, dirigido por Carolina Jabor e texto pontual de Claudio Torres.
           Foto: Pacca




Priscila está sempre envolvida com montagens teatrais, pois considera que esta é a base de todo ator e onde enraíza, floresce e frutifica sua criatividade . Atualmente está gravando a nova novela da Rede Record “A Terra Prometida” de Renato Modesto e Direção Geral de Alexandre Avancini. Sua personagem é Tirda da tribo Manassés, uma menina órfã e solitária no início da trama, com medos, receios e indecisões.



Com o apoio da sábia Senhora Inês (Bhrenda Haddad), casa-se com o bruto líder da tribo Haniel (Paulo Cézar Grande) que já tinha dois filhos - o estourado Maquir (Alexandre Slavieiro) e o calado Gael (Miguel Costa) – e vira sua madrasta. Ela é uma menina-mulher em total transição: doce, sábia, com uma fé inabalável, uma intuição feminina aflorada, que tem a missão de colocar ordem na família em todos os setores (relação pessoal dos três, educação, bons modos e higiene, dentre outros). Acha sua personagem maravilhosa e intui que lhe dará a chance de mostrar todo o seu talento como atriz.
 Priscila Uba, a “Mulher Linda, Feliz e Poderosa” desta coluna é cinéfila de carteirinha e um dos seus filmes prediletos é “Casa Blanca” com Ingrid Bergman, que é sua atriz de referência; adora poesia, sendo apaixonada por Fenando Pessoa, Clarice Lispector, Manoel Barros e Guimarães Rosa, dentre outros; viaja sempre para conhecer museus e exposições e gosta muito de praticar atividades físicas. É uma moça bonita e elegante, uma atriz competente, uma pessoa adorável, amiga, meiga, carinhosa e uma ótima companhia para seus amigos.